Filmes bacanas de graça este mês no SESC Prainha

09/02/2010

Aleluia Gretchen

filme do diretor catarinense Sylvio Back

Dia 10/02 às 20:00, Teatro SESC Prainha. Gratuito.

O terceiro longa-metragem de Sylvio Back traz a marca da controvérsia política que marcaria a obra do cineasta catarinense a partir dessa saga de uma família de imigrantes alemães que fogem da Alemanha nazista e se fixam no sul do Brasil. Para mostrar as ligações da Ação Integralista Brasileira com o Terceiro Reich, ao longo de quatro décadas, o diretor recorre a uma linguagem tão polêmica e ousada quanto o próprio tema. Realizado durante a ditadura militar, em 1976, o filme permanece como um dos pontos altos na carreira de Back, que escreveu o roteiro com o futuro novelista Manoel Carlos, inspirado nas suas memórias e origens culturais. Vale destacar a ótima utilização na trilha sonora de A Cavalgada das Walkírias, de Richard Wagner, em ritmo de rock, em versão do grupo O Terço.

Direção:

Sylvio Back

Elenco: Miriam Pires, Carlos Vereza, Lílian Lemmertz, Sérgio Hingst, Kate Hansen, Selma Egrei, José Maria Santos, Maurício Távora, Narciso Assumpção, Lala Schneider, Sale Wolokita, Lauro Hanke, Edson D’Ávila, Joel de Oliveira, Rafael Pacheco, Abílio Mota e Lorival Gipiela.
Duração
: 118min

Madame Satã

de Karim Aïnouz

Dia 18/02 às 20:00, Teatro SESC Prainha. Gratuito.

Rio de Janeiro, 1932. No bairro da Lapa vive encarcerado na prisão João Francisco, artista transformista que sonha em se tornar um grande astro dos palcos. Após deixar o cárcere, João passa a viver com Laurita, prostituta e sua “esposa”; Firmina, a filha de Laurita; Tabu, seu cúmplice; Renatinho, sem amante e também traidor; e ainda Amador, dono do bar Danúbio Azul. É neste ambiente que João Francisco irá se transformar no mito Madame Satã.

Ficha Técnica

Direção:

Karim Aïnouz

Gênero: Drama
Duração: 105 min.
Lançamento (Brasil): 2002
Roteiro: Karim Aïnouz
Música:
Marcos Suzano e Sacha Amback
Fotografia:
Walter Carvalho
Direção de arte: Marcos Pedroso
Edição:
Isabela Monteiro de Castro
Figurino:
Rita Murtinho
Maquiagem: Sonia Penna
Elenco: Lázaro Ramos, Marcélia Cartaxo, Flávio Bauraqui, Felippe Marques, Renata Sorrah

Deus e o Diabo na Terra do Sol

filme do diretor Glauber Rocha

Dia 24/02 às 20:00, Teatro SESC Prainha. Gratuito.

O Sertanejo Manoel e sua mulher Rosa levam uma vida sofrida no interior do país, uma terra desolada e marcada pela seca . No entanto, Manoel tem um plano: usar o lucro obtido na partilha do gado com o coronel para comprar um pedaço de terra. Quando leva o gado para a cidade, alguns animais morrem no percurso. Chegado o momento da partilha, o coronel diz que não vai dar nada ao sertanejo , porque o gado que morreu era dele, ao passo que o que chegou vivo era seu. Manoel se irrita, mata o coronel e foge para casa. Ele e sua esposa resolvem ir embora, deixando tudo para trás. Manoel decide juntar-se a um grupo religioso liderado por um santo (Sebastião) que lutava contra os grandes latifundiários e em busca do paraíso após a morte. Os latifundiários decidem contratar Antônio das Mortes para perseguir e matar o grupo .

Ficha Técnica:

Direção:

Glauber Rocha.

Duração:

2h05min

Origem:

Brasil, 1964.

Roteiro:

Glauber Rocha e Walter Lima Jr., baseado em argumento de Glauber Rocha.
Produção:
Luiz Augusto Mendes.
Fotografia:
Waldemar Lima.
Edição:
Rafael Justo Valverde.
Música:
Heitor Villa-Lobos.

Elenco:

Geraldo Del Rey, Yoná Magalhães, Maurício do Valle, Othon Bastos, Lídio Silva, Sônia dos Humildes, Marrom, Antônio Pinto, João Gama, Mílton Roda e Roque.

Fonte das informações:

Setor de Cultura
SESC Florianópolis
(48) 3229-2208 / 3229-2209
Trav. Syriaco Atherino, 100, Centro – 88020-183


Ciclo Adeus Eric Rohmer, grátis esta semana no Museu Victor Meirelles

08/02/2010

clique na imagem para acessar o site do MVM

Reproduzido a partir de mensagem informativa do MVM:


Dias 9, 10, 11 e 12 de fevereiro de 2010 às 18h30

Sala Multiuso do Museu Victor Meirelles

O Projeto Agenda Cultural 2010 apresenta uma programação especial dedicada ao diretor francês Eric Rohmer (1920-2010), recentemente falecido em 11 de janeiro último. A exibição contemplará os Contes des quatre saisons (Contos das quatro estações), filmados por Rohmer ao longo da década de 1990. O evento é uma parceria do Museu Victor Meirelles, da Aliança Francesa e da Cinemateca da Embaixada da França. Todos os filmes possuem legendas em português.

Na abertura do ciclo, na terça-feira, dia 9, após a exibição de “Conto de Primavera” haverá um debate com o cineclubista Gilberto Gerlach. Logo após a sessão de quinta-feira, será exibido o documentário La Fabrique du Conte d´été, dirigido por Jean-André Fieschi em 2005. Trata-se de um documentário sobre o filme Conto de Verão, de Rohmer.

Programação

09 de fevereiro - Conto de Primavera (Conte de Printemps, 1990)

10 de fevereiro – Conto de Inverno (Conte d´hiver, 1992)

11 de fevereiro – Conto de Verão (Conte d´été, 1996), seguido de La Fabrique du Conte d´été (direção: Jean André Fieschi, 2005).

12 de fevereiro – Conto de Outono (Conte d´automne, 1998)

Sobre Eric Rohmer

“Em 1952, Eric Rohmer inicia sua carreira com a realização de Les petites filles modèles que ele não chega a finalizar em virtude de uma produção deficiente. Em 1959, ele efetua um novo ensaio com Le signe du lion com produção de Claude Chabrol. O filme é um fracasso, não se beneficiando do entusiasmo que suscitavam então os filmes da Nouvelle Vague. Será apenas em 1969 que Rohmer chamaria a atenção da crítica com Ma nuit chez Maud, com Jean-Louis Trintignant e Françoise Fabian nos papéis principais. Os temas favoritos de Rohmer aparecem claramente definidos: o sentimento amoroso, a investigação sobre o universo feminino, os reencontros. O cineasta se lança num projeto ambicioso: sob o título de Contes moraux, ele reúne diversos filmes tal qual: La boulangère de Monceau (1962), La collectionneuse (1966) e L’amour l’après-midi (1972). Eric Rohmer gostava de trabalhar em todas as partes de seus filmes: ele escrevia os roteiros perpassados por narrativas com elementos autobiográficos. Fiel na escolha de seus colaboradores, ele convocou diversas vezes o diretor de fotografia Nestor Almendros, figura emblemática da fotografia da Nouvelle Vague. O estilo de Rohmer é bem característico: a ação se desenrola lentamente, os diálogos são simples, os atores não parecem estar sendo dirigidos, como se eles improvisassem serenamente. Cada plano é composto como um quadro, evocando Gauguin e os impressionistas. Ao longo dos anos 1980, Rohmer roda seus novos filmes, Pauline à la plage (1982) ou Les nuits de la pleine lune são saudados pela crítica. No início dos anos 1990, ele empreende um novo ciclo de contos, cada um evocando uma estação, sendo o último, Conte d’automne, lançado em 1998. Mudando completamente o tom em 2000 com L’anglaise et le duc, afresco histórico com o fundo da Revolução Francesa onde uma jovem inglesa fiel ao Rei se eleva por seus ideais. Em 2003, Rohmer realiza Triple agent, história de um casal russo refugiado em Paris após a revolução bolchevique. Último filme, Les amours d’Astrée et Céladon (2007), revisita o mito pastoral de Honoré de Urfé, num quadro onde reinam as crenças e tradições.” (Texto extraído de Ciné-Ressource, catálogo das bibliotecas e arquivos de cinema franceses, do website da  Cinémathèque Française).

Filmografia completa

http://cinema.encyclopedie.personnalites.bifi.fr/index.php?pk=12915

Mais informações: Museu Victor Meirelles
Rua Victor Meirelles, 59 – Centro – Florianópolis (48) 3222 0692
museu.victor.meirelles@iphan.gov.br
www.museuvictormeirelles.org.br


Em cartaz no Sol da Terra até segunda-feira 8 de fevereiro: Abraços Partidos, último filme de Pedro Almodóvar

04/02/2010

clique sobre a imagem para acessar site oficial

Leia resenha na revista Cinética

Onde: Espaço Cultural Sol da Terra, na Lagoa da Conceição (Afonso Delambert Neto, 885).

Quando: Todos os dias às 20h, até o dia 8 de fevereiro (segunda-feira).

Quanto: R$ 12 inteira, R$ 6 meia (estudantes e idosos). Às segundas e terças o preço é promocional (10 inteira, 5 meia).


ANDARES – Residência Artística em Exploração Urbana

04/02/2010

Agradeço ao Alan Langdon pela mensagem encaminhada.

O projeto é coordenado por Loli Menezes e Bianca Scliar.

As inscrições são gratuitas e estão abertas até 15 de fevereiro.

Mais informações no site http://projetoandares.blogspot.com


Programação especialíssima e variada do SESC Prainha esta semana

31/01/2010

2 a 7 de fevereiro – 2010

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Trilogia de cinema indiano no SESC Prainha

18/12/2009

Trilogia Satyajit Ray

O SESC Florianópolis tem o prazer de exibir uma rara sessão de filmes indianos, a Trilogia de Apu. Considerados uma obra prima do cinema mundial, com raríssimas exibições nas Américas, a trilogia do diretor indiano Satyajit Ray, composta pelos filmes Pather Panchali (A Canção da estrada), Aparajito (O Invencível) e Apu Sansar (O Mundo de Apu), será exibida dias 21, 22 e 23 de dezembro, sempre às 20h,   no teatro SESC Prainha, como parte da programação cultural de fim de ano.

A entrada é gratuita

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Sem palavras, documentário de Kátia Klock, tem exibição gratuita hoje no Cineclube Ieda Beck

08/12/2009

*Texto de Fifo Lima

SEM PALAVRAS no Cineclube Ieda Beck

Exibido em várias cidades do Estado e do país, e também em Cabo Verde e nos Estados Unidos, o documentário Sem Palavras, de Kátia Klock, suscita debates acalorados sobre sentimentos de intolerância, preconceito e perseguição que são intensificados durante as guerras. Em Florianópolis, o filme tem uma sessão programada para quarta-feira 9, às 19h30 no Cineclube Ieda Beck, da Cinemateca Catarinense ABD-SC, com a presença dos realizadores para uma conversa após a sessão.
Em 29 de outubro, Sem Palavras foi assistido por uma plateia multicultural na Biblioteca Brasileira de Nova York, do Centro Cultural Brasil. O crítico de cinema Micki Mihich, mediador do debate que contou com a presença de Kátia e do produtor Mauricio Venturi, escreveu na revista Dynamite: “O resultado [do documentário] é um relato revelador no sentido histórico e emocionante no sentido humano. O que poderia facilmente ter ido para o caminho acadêmico é um filme fascinante que só peca por ser tão curto: tem apenas uma hora de duração”. (http://dynamite.terra.com.br/blog/coisassoltasemny/post.cfm/o-anti-cristo-dinamarques-a-empregada-chilena-e-blumenau-sem-palavras)
Segundo os realizadores, a exibição em Nova York teve uma discussão entusiasmada, com espectadores interessados no tema. Realizado pela Contraponto, Sem Palavras aborda os efeitos provocados pela Campanha de Nacionalização de Getúlio Vargas (1937-1945). Na época, quando o Brasil entrou na Segunda Guerra contra os países do Eixo, a proibição dos idiomas alemão, italiano e japonês foi intensificada no país e houve perseguição e tortura a estes estrangeiros e seus descendentes.
A maioria dos entrevistados de Sem Palavras era criança durante a Segunda Guerra e todos são descendentes de alemães. Com uma pesquisa criteriosa do período histórico, o documentário agrega fotografias e arquivos sonoros, e reconstitui o ambiente dramático de época. As encenações foram realizadas com não-atores descendentes de famílias alemãs de Blumenau (SC). As composições da trilha sonora são do maestro Edino Krieger, que cedeu algumas obras para o filme.
Lançado em maio deste ano e exibido em 20 espaços diferenciados – salas de cinema e de aula, espaços culturais, bibliotecas e emissoras de TV -, Sem Palavras foi realizado com os recursos do Prêmio Cinemateca Catarinense/FCC 2007 e pretende provocar reflexões sobre os prejuízos causados por toda guerra e ditadura, quando a liberdade é o primeiro direito a ser suprimido. A partir de fevereiro de 2010, o documentário integrará a mostra itinerante Diálogos em Cena, com filmes, oficinas e debates. Apoiado pelo Funcultural, da Secretaria Estadual de Cultura, Turismo e Esporte, este projeto vai promover também a distribuição gratuita de 1000 DVDs do filme com legendas em inglês, alemão e espanhol para escolas, bibliotecas e associações culturais do Brasil e do exterior.
Os interessados que desejarem adquirir o DVD do Sem Palavras para acervo pessoal podem entrar em contato com producao@contraponto.tv ou (48) 3334 9805 ou 9989 4202. O custo é de R$ 15 mais taxa de postagem.
O QUÊ: Exibição do documentário Sem Palavras, de Kátia Klock. 
QUANDO: Quarta-feira, dia 9 de dezembro, às 19h30.  
ONDE: Cineclube Ieda Beck da Cinemateca Catarinense. Rua XV de Novembro, 344, Centro, Florianópolis. 
QUANTO: Entrada franca.
CONTATO:
Kátia Klock – (48) 3334 9805 / 9989 4202
Mauricio Venturi  - (48) 3334 9805 / 8411 6229
FIFO LIMA press
(48) 4141 2116, 9146 0251

Plasticine apresenta filmes surrealistas do Leste Europeu

08/12/2009

Por uma dessas muitas lacunas culturais que carrego, só conheço entre os citados na programação o iugoslavo Kusturica, por Underground, que é muito bom e nem nunca vi em outra mídia além do VHS (outro tempo, mesmo que pouco tenha passado, é elástico).

É isso. Sugestão muito boa, enviada por e-mail pelo Tiaraju Verdi, que participa do Plasticine, clube:

para ampliar, clique na imagem

Cinema surrealista do leste-europeu

15/12 terça-feira

A Fruta do paraíso

Ovoce stromu rasskych jime

Vera Chytilová (Checoslováquia, 1969, 99’)

O filme se desenvolve a partir do encontro de Adão e Eva em cenas fantásticas numa trama que mistura inocência, sexo e morte. Depois de serem expulsos do paraíso, Adão lê no jornal que um assassino de mulheres está à solta, e Eva sai em busca de pistas sobre o psicopata.

16/12 quarta-feira

WR – Misterije organizma

Dusan Makavejev (Yugoslavia, 1971, 100’)

O W.R. do título são as iniciais de Wilhelm Reich, psicanalista perseguido por Hitler que acreditava que não existe revolução política sem libertação sexual. Baseado nessa idéia, o filme é um drama com ar de documentário e mistura a vida de Wilhelm Reich a um triângulo amoroso político.

17/12 quinta-feira

Fausto

Jan Svankmajer (República Checa, 1994, 97 min)

Fantástica versão da obra de Goethe, o filme mistura atores humanos com marionetes, personificando o mito de Fausto em um homem comum contemporâneo.

18/12 sexta-feira

Valerie e sua semana de deslumbramentos
Valerie a týden divu

Jaromil Jires (Checoslovaquia, 1970, 73’)

Valerie acaba de deixar a infância e, mergulhada em seu sombrio mundo de fantasia,
inicia as descobertas da vida adulta. O difícil é distinguir o que é real do imaginado no mundo de Valerie, onde ela pinta tudo a sua volta com suas próprias cores.

19/12 sábado

Vida cigana
Dom Za Vesanje

Emir Kusturica (Yugoslávia, 1989, 142’)

Perhan é um cigano que mora com sua avó na periferia de Sarajevo. Apaixonado por Azra, seu sonho é ganhar dinheiro suficiente para poder casar-se com ela. O vagabundo Ahmed propõe a Perhan ir para a Itália, na tentativa de fazer fortuna rápido. O jovem aceita, e quando se dá conta já é prisioneiro de um mundo sem escrúpulos, cheio de mágoa, do qual ele não quer participar.

sempre às 20 horas, exceto quarta e sexta, dias em que as exibições acontecerão às 18h

Casa das Máquinas (pracinha da Lagoa da Conceição, ao lado do casarão Bento Silvério)

plasticineclube.blogspot.com

apoio: Fundação Franklin Cascaes
FUNCINE
Loja Cérebro – filmes raros 3204 8001


Exposição coletiva NOVa põe na roda produções em vídeo, fotografia e texto

06/10/2009

Imagem enviada por Tiaraju Verdi:

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Texto enviado por Letícia Weiduschadt:

NOVa é uma exposição que apresenta reconstruções de performances orientadas para fotografia e vídeo. Exercícios como esses tem sido uma das formas que elegemos para pesquisar o acervo de performances nas artes visuais dos anos 1960 até o presente, constituído grande parte por documentos, como fotografias, filmes, vídeos, depoimentos escritos e descrições. É importante ressaltar que, frequentemente, o acesso que temos a este tema é através desses documentos. Como artistas, estudantes, historiadores ou teóricos da arte, nosso repertório tem sido construído a partir dessa série de
registros.

Reconstruir performances implica, evidentemente, numa série de acomodações: a primeira delas, conforme a escolha do trabalho, o que temos como acesso são apenas traços da ação, compostos basicamente por descrições ou imagens coletadas em livros e catálogos. A segunda, e sem dúvida de maior importância, é que o trabalho escolhido será refeito por um outro performer. Ou seja, há um outro modo de expressão e interpretação aí contidos. Nesse sentido, as reconstruções ou re-interpretações, aqui presentes, mostram uma lógica de pensar a performance nas artes visuais como uma partitura musical.

Participam dessa exposição: Ana Clara Jolly, Carolina Rögelin, Fernando Weber, Genoína Battistini, João Rosa, Karina Segantini, Letícia Weiduschadt, Maíra Dietrich, Marina Borck, Priscilla Menezes, Rosana Rocha, Tiaraju Verdi e Vinicius Nepomuceno com produções em vídeo, fotografia e textos, desenvolvidos em 2008 e 2009, na oficina de estudos de performance ministrada no CEART/UDESC por Regina Melim.

Nosso objetivo em mostrar essas re-construções, somado ao fato de ser a via que elegemos para o estudo e a pesquisa da história da performance nas artes visuais, é que esses exercícios possam se configurar como um modo de representação e preservação de uma forma de arte efêmera por natureza.

Outubro de 2009.

O quê: Exposição NOVa
Quando: Abertura dia 7 de outubro às 19h. Conversa com artistas e curadoria dia 15 de outubro às 18h.
Onde: Memorial Meyer Filho. Praça XV de Novembro, 180 – Centro, Florianópolis (Esquina com a Rua Tiradentes).

Horário de funcionamento: das 10h às 18h, de segunda à sexta.