Exposição PLURAIS, de Paulo Pugialli, fica ao longo de um mês na Fundação Cultural Badesc
05/10/2009Clique sobre as imagens para ampliá-las (Divulgação – Todos os direitos reservados)
O QUÊ: Exposição Plurais.
QUANDO: Abertura, dia 7, às 19 horas. Visitação de 8 de outubro a 6 de novembro, de segunda à sexta, das 8 às 18 horas.
ONDE: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, tel.: (48) 3224-8846.
QUANTO: Entrada gratuita.
Abaixo, texto enviado por Fifo Lima:
Pugialli expõe na Fundação Cultural Badesc
Paulo Roberto Pugialli abre a exposição Plurais quarta-feira (7), às 19 horas, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis. O artista denomina a coleção de pinturas-objeto. São imagens em absoluta desordem, da concepção visual ao suporte das telas.
A arte de Pugialli está entranhada da sua própria maneira de viver. O artista é um nômade que vai adicionando referências e estabelecendo relações com o ambiente por onde tem vivido. Ele não acumula nada em sua vivência, nem sua própria obra. Seu acervo está em um microcomputador.
No projeto da exposição para a Fundação Cultural Badesc, Pugialli exibe uma sequência no qual “a proposta curatorial é de alterar as relações espaciais do volume da pintura e do local expositivo, procurando alterações da situação limite entre o espectador, a estrutura pictórica e o lugar”, descreve o artista plástico e gravador Nelson Hohmann.
São obras que expõem o visitante a uma leitura movediça. Nas telas do artista é possível visualizar a retória da desordem. “Por mais que a sociedade, as autoridades, tentem organizar a vida, a desordem tem um poder maior e se estabelece”, diz o artista.
A pluralidade da linha e da forma das pinturas-objeto expõe confiança e cilada, e conduzem o espectador a explorar uma geometria do insconsciente. São caminhos muitas vezes estabelecidos pelas próprias dobras das telas que sugerem outras leituras das imagens.
Segundo o artista plástico José Maria Dias da Cruz, a obra de Pugialli “está em consonância com as mais avançadas pesquisas da arte contemporânea internacional, ampliando os conceitos de linha, superfície e ritmo”.
O artista estudou artes plásticas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro, e no Museu da Gravura da Cidade de Curitiba. Em 1998 recebeu o prêmio principal no 55º Salão Paranaense. Sua obra está representado em coleções particulares e públicas no Brasil e no exterior.
Pugialli foi selecionado pela comissão do edital de arte da Fundação Badesc, que escolhe seis exposições por ano de projetos de todo o Brasil. Além das seis exposições selecionadas, há ainda mais um artista convidado, que em 2009 foi Walmor Corrêa.
O QUÊ: Exposição Plurais. QUANDO: Abertura, dia 7, às 19 horas. Visitação de 8 de outubro a 6 de novembro, de segunda à sexta, das 8 às 18 horas. ONDE: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, tel.: (48) 3224-8846. QUANTO: Entrada gratuita.
CONTATO:
Paulo Roberto Pugialli
(48) 3224-8846
FIFO LIMA press
assessoria de imprensa
(48) 4141-2116, 9146-0251
Projeto 365 – exposição de três artistas no Palácio Cruz e Sousa
05/10/2009
ABERTURA DA EXPOSIÇÃO
Projeto
365
com as artistas
Cassia Aresta, Helenita Peruzzo e Rosa Grizzo
Dia: 08 de outubro de 2009
Hora: 19:00
Conversa com as artistas às 18h no auditório do Museu, com a participação da convidada Anita Prado Koneski, professora do Centro de Artes – CEART – UDESC
Diários de parede
Exposição Projeto 365 reúne trabalhos de artistas que durante um ano criaram uma obra por dia
Três vidas. Três olhares. Todos os dias do ano para criar. Esses são os elementos do Projeto 365, em exposição no Museu Histórico de Santa Catarina entre 9 e 28 de outubro. A mostra, promovida pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), reúne três sequências de 365 obras, elaboradas diariamente pelas artistas Cassia Aresta, Helenita Peruzzo e Rosa Grizzo durante um ano. Através de quadros 10×10cm, elas colocam em pauta uma poética pessoal esquecida nos afazeres cotidianos.
O Projeto 365 constitui um misto de diário e linha do tempo, que registra o dia-a-dia das artistas. Utilizando o fazer artístico como medida cronológica, o projeto forma conjuntos que retêm, nas pequenas obras de arte, os pensamentos e as rápidas experiências que normalmente se dissolvem na constância da rotina.
O compromisso inadiável do fazer artístico diário cria um jogo conceitual mostrado no conjunto das mais de mil obras expostas na mostra. Nesta reunião, é possível perceber o diálogo no contraste entre as técnicas escolhidas para narrar o passar do dias, sugerindo os acontecimentos e pensamentos diversos da vida de cada artista.
Cassia Aresta faz uso de sua linguagem concretista, em colagens de papéis coloridos com motivos geométricos, bem como recortes de embalagens e catálogos. “Muitas vezes no exercício diário da vida, ficamos alienados do nosso eu, por mais paradoxal que isso possa ser. As distrações oferecidas pelo cotidiano me afastam do eu artístico, da minha estética de viver. Propus-me então a abrir a minha “caixa preta” existencial. A consequência disso é o resgate, em mim mesma, de um tempo-arte próprio, que não esse dos calendários pré-concebidos.”
Helenita Peruzzo construiu suas peças com os materiais que atravessaram seu caminho: fotos de revistas, embalagens, cartelas de comprimidos, pedaços de tecido e outros elementos. “O dia após dia, na sua trajetória, é implacável no descarte daquilo que abandonamos à desatenção. Assim, passam à inexistência um pedacinho de linha que se perdeu atrás da porta, a cartela vazia de comprimidos ou mesmo um instante de luz do sol sobre o tapete. Coisas e eventos que clamam por manuseio e transformação em registro, para que adquiram papel e existência, glorificados nas pequenas insignificâncias, que formam a trama do cotidiano.”
Rosa Grizzo reproduziu sua própria silhueta (tema recorrente em sua obra), em folhas de papel vegetal, “desenhando” figuras com furos feitos por agulha. “No papel vegetal perfurado com agulha, desenho a minha silhueta – esta, o fio condutor de pensamentos. Com esse material, represento o conjunto de experiências do meu dia-a-dia, perfurando e marcando um roteiro no interior pessoal mais profundo.”
O projeto 365 é uma exposição itinerante e já esteve no MAC-Paraná em Curitiba, na Cidadela Cultural Antártica do Museu de Arte de Joinville e na 2º Bienal de Artes Plásticas Brasileiras em Bruxelas. Em novembro, a mostra irá para Porto Alegre e chega a São Paulo no ano que vem. No dia 8 de outubro, haverá uma conversa com as artistas às 18h no auditório do Museu Histórico de Santa Catarina. A mostra é aberta à visitação a partir do dia 9. A entrada é gratuita.
Exposição fotográfica – Quilombolas – tradições e cultura da resistência
01/10/2009Quilombolas – Tradições e Cultura da Resistência, exposição do fotógrafo André Cypriano
Local:
Museu da Imagem e do Som – AAMISC
Centro Integrado de Cultura – CIC
Avenida Irineu Bornhausen, 5.600 -Agronômica
Florianópolis – Santa Catarina – Brasil – CEP 88025-202
Tel.: 48 39532325/ 39532327 – 39532329
Abertura:
06 de outubro de 2009 – 16h
Visitação:
De 07 a 30 de outubro de 2009
Diariamente das 9h00 às 21h00
Realização:
Museu da Imagem e do Som – AAMISC
Aori Produções Culturais
Patrocínio:
Petrobras
Apoio Institucional:
Governo do Estado de Santa Catarina
Secretaria de Estado e Turismo, Cultura e Esporte
Fundação Catarinense de Cultura
Ministério da Cultura
Abaixo, release enviado pela Baobá Comunicação:
O que é esse tal de Creative Commons?
29/05/2009Cada vez que vou explicar para alguém sinto que poderia encurtar o caminho, simplificar. Hoje encontrei este vídeo que sintetiza bem o que é o sistema de licenças Creative Commons. Vale ler também O Creative Commons e os direitos autorais, de Ronaldo Lemos, um dos fundadores do Overmundo e pesquisador dedicado a estudar modelos de negócios abertos.
Programação do projeto Cinema Falado do MVM – de agosto até novembro
08/08/2009Pra quem não sabe, MVM é o Museu Victor Meirelles.
Quer saber mais sobre o projeto Cinema Falado? Clique neste link. Basicamente, a idéia é que além das exibições aconteçam debates com a ajuda de mediadores.
Não sabe onde fica? Consulte mapa
PROGRAMAÇÃO:
Exposição coletiva NOVa põe na roda produções em vídeo, fotografia e texto
06/10/2009Imagem enviada por Tiaraju Verdi:
Texto enviado por Letícia Weiduschadt:
NOVa é uma exposição que apresenta reconstruções de performances orientadas para fotografia e vídeo. Exercícios como esses tem sido uma das formas que elegemos para pesquisar o acervo de performances nas artes visuais dos anos 1960 até o presente, constituído grande parte por documentos, como fotografias, filmes, vídeos, depoimentos escritos e descrições. É importante ressaltar que, frequentemente, o acesso que temos a este tema é através desses documentos. Como artistas, estudantes, historiadores ou teóricos da arte, nosso repertório tem sido construído a partir dessa série de
registros.
Reconstruir performances implica, evidentemente, numa série de acomodações: a primeira delas, conforme a escolha do trabalho, o que temos como acesso são apenas traços da ação, compostos basicamente por descrições ou imagens coletadas em livros e catálogos. A segunda, e sem dúvida de maior importância, é que o trabalho escolhido será refeito por um outro performer. Ou seja, há um outro modo de expressão e interpretação aí contidos. Nesse sentido, as reconstruções ou re-interpretações, aqui presentes, mostram uma lógica de pensar a performance nas artes visuais como uma partitura musical.
Participam dessa exposição: Ana Clara Jolly, Carolina Rögelin, Fernando Weber, Genoína Battistini, João Rosa, Karina Segantini, Letícia Weiduschadt, Maíra Dietrich, Marina Borck, Priscilla Menezes, Rosana Rocha, Tiaraju Verdi e Vinicius Nepomuceno com produções em vídeo, fotografia e textos, desenvolvidos em 2008 e 2009, na oficina de estudos de performance ministrada no CEART/UDESC por Regina Melim.
Nosso objetivo em mostrar essas re-construções, somado ao fato de ser a via que elegemos para o estudo e a pesquisa da história da performance nas artes visuais, é que esses exercícios possam se configurar como um modo de representação e preservação de uma forma de arte efêmera por natureza.
Outubro de 2009.
O quê: Exposição NOVa
Quando: Abertura dia 7 de outubro às 19h. Conversa com artistas e curadoria dia 15 de outubro às 18h.
Onde: Memorial Meyer Filho. Praça XV de Novembro, 180 – Centro, Florianópolis (Esquina com a Rua Tiradentes).
Horário de funcionamento: das 10h às 18h, de segunda à sexta.
Trino se apresenta com Dona Neco e Dona Niquinha no Sol da Terra, de graça
05/10/2009Recebi a seguinte mensagem da Ive:
Olás,
o Trino se apresenta novamente, desta vez com a felicidade de contar com a participação de Dona Neco e Niquinha, cantadoras de Terno de Reis do Campeche. Elas se apresentarão antes de nós, acompanhadas de sanfona e rabeca, num show de aproximadamente quarenta minutos. O Trino tocará em seguida e tocaremos junto com elas um pouquinho. O show vai acontecer no Espaço Cutural Sol da Terra, nesta terça-feira, dia 06 de outubro. Estão todos convidados! Abraços, Ive Luna.
Serviço:
O quê: Trino – Ive Luna – voz / Osvaldo Pomar – percussão / Pedro Cury – violão
Quando: 06 de outubro /20h
Onde: Espaço Cultural Sol da Terra – Rua Afonso Delambert Neto, 885 – Lagoa da Conceição – 32322303
Quanto: Entrada franca
Múltipla Dança – Desdobramentos
05/10/2009Aliança Francesa Florianópolis apresenta
Múltipla Dança Desdobramentos | Ano da França no Brasil
Espetáculos + workshops.
Inscrições para workshops até dia 09/10.
Confira a programação completa em http://multipladanca.webnode.com/programacao/.
Cineclube BRDE exibe filme Zorba, O Grego
05/10/2009
Em outubro, Zorba, O Grego no Cineclube BRDE
Filme Zorba, o grego
Drama / Estados Unidos / 1964 / 142 min. / Preto e Branco
Direção: Michael Cacoyannis
Elenco: Anthony Quinn / Alan Bates / Irene Papas / Lila Kedrova
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Escrito por Felipe Obrer 
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