
Placa do marco do campo de aviação (Felipe Obrer) (tratada), upload feito originalmente por Felipe Obrer.

É uma fotografia da qual gosto bastante, e as pessoas também costumam gostar. Acho que pela aura que a Costa da Lagoa tem, um pouco, e outro tanto porque o amanhecer tem tons que vemos menos do que os do poente.
Essa fotografia é parte de uma série publicada no Overmundo. Estão todas liberadas para uso não comercial. Têm cerca de um ano e meio.
Para ver apresentação de slides com 49 fotografias, clique aqui.
O vídeo é de autoria do Alan Langdon, co-diretor do documentário Sistema de Animação, tão falado por aqui.
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Recebo sempre a agenda da Caminhos do Sertão. A partir de agora vou replicá-la aqui. Em fevereiro, anunciam boa oportunidade de conhecer de perto e em condições bicíclicas algumas cidades de colonização alemã em Santa Catarina. As paisagens devem render boas fotografias e memórias afetivas transpirantes.
Estimad@s ciclonautas
Chegou a hora: CdS 2010 inaugura seu calendário!
Será nos dias 27 e 28 de fevereiro. A primeira cicloviagem percorrerá de Angelina a Antonio Carlos, com pernoite em São Pedro de Alcântara.
O trecho é parte dos “Caminhos da Imigração Alemã”, um Roteiro Turístico Regional englobando 8 municípios da Grande Florianópolis, em processo de implementação a partir da Associação fundada em outubro do ano passado. História e cultura dos imigrantes, além dos preciosos caminhos rurais perfeitos para o cicloturismo, resumem o potencial deste primoroso Circuito.
Saiba mais sobre este e outros eventos em nosso site.
- Revista Aventura & Ação traz nova matéria sobre um destino CdS (Rota das Baleias)
- a Carta de Angelina – Objetivos gerais compreendidos nos Caminhos da Imigração Alemã
Próximos eventos CdS – consulte nosso calendário!
um grande abraço!
Equipe CdS
filme do diretor catarinense Sylvio Back
Dia 10/02 às 20:00, Teatro SESC Prainha. Gratuito.
O terceiro longa-metragem de Sylvio Back traz a marca da controvérsia política que marcaria a obra do cineasta catarinense a partir dessa saga de uma família de imigrantes alemães que fogem da Alemanha nazista e se fixam no sul do Brasil. Para mostrar as ligações da Ação Integralista Brasileira com o Terceiro Reich, ao longo de quatro décadas, o diretor recorre a uma linguagem tão polêmica e ousada quanto o próprio tema. Realizado durante a ditadura militar, em 1976, o filme permanece como um dos pontos altos na carreira de Back, que escreveu o roteiro com o futuro novelista Manoel Carlos, inspirado nas suas memórias e origens culturais. Vale destacar a ótima utilização na trilha sonora de A Cavalgada das Walkírias, de Richard Wagner, em ritmo de rock, em versão do grupo O Terço.
Direção:
Sylvio Back
Elenco: Miriam Pires, Carlos Vereza, Lílian Lemmertz, Sérgio Hingst, Kate Hansen, Selma Egrei, José Maria Santos, Maurício Távora, Narciso Assumpção, Lala Schneider, Sale Wolokita, Lauro Hanke, Edson D’Ávila, Joel de Oliveira, Rafael Pacheco, Abílio Mota e Lorival Gipiela.
Duração : 118min

de Karim Aïnouz
Dia 18/02 às 20:00, Teatro SESC Prainha. Gratuito.
Rio de Janeiro, 1932. No bairro da Lapa vive encarcerado na prisão João Francisco, artista transformista que sonha em se tornar um grande astro dos palcos. Após deixar o cárcere, João passa a viver com Laurita, prostituta e sua “esposa”; Firmina, a filha de Laurita; Tabu, seu cúmplice; Renatinho, sem amante e também traidor; e ainda Amador, dono do bar Danúbio Azul. É neste ambiente que João Francisco irá se transformar no mito Madame Satã.
Ficha Técnica
Direção:
Gênero: Drama
Duração: 105 min.
Lançamento (Brasil): 2002
Roteiro: Karim Aïnouz
Música: Marcos Suzano e Sacha Amback
Fotografia: Walter Carvalho
Direção de arte: Marcos Pedroso
Edição: Isabela Monteiro de Castro
Figurino: Rita Murtinho
Maquiagem: Sonia Penna
Elenco: Lázaro Ramos, Marcélia Cartaxo, Flávio Bauraqui, Felippe Marques, Renata Sorrah
Deus e o Diabo na Terra do Sol
filme do diretor Glauber Rocha
Dia 24/02 às 20:00, Teatro SESC Prainha. Gratuito.
O Sertanejo Manoel e sua mulher Rosa levam uma vida sofrida no interior do país, uma terra desolada e marcada pela seca . No entanto, Manoel tem um plano: usar o lucro obtido na partilha do gado com o coronel para comprar um pedaço de terra. Quando leva o gado para a cidade, alguns animais morrem no percurso. Chegado o momento da partilha, o coronel diz que não vai dar nada ao sertanejo , porque o gado que morreu era dele, ao passo que o que chegou vivo era seu. Manoel se irrita, mata o coronel e foge para casa. Ele e sua esposa resolvem ir embora, deixando tudo para trás. Manoel decide juntar-se a um grupo religioso liderado por um santo (Sebastião) que lutava contra os grandes latifundiários e em busca do paraíso após a morte. Os latifundiários decidem contratar Antônio das Mortes para perseguir e matar o grupo .
| Ficha Técnica:
Direção: Glauber Rocha. Duração: 2h05min Origem: Brasil, 1964. Roteiro: Glauber Rocha e Walter Lima Jr., baseado em argumento de Glauber Rocha. |
| Elenco:
Geraldo Del Rey, Yoná Magalhães, Maurício do Valle, Othon Bastos, Lídio Silva, Sônia dos Humildes, Marrom, Antônio Pinto, João Gama, Mílton Roda e Roque. Fonte das informações: Setor de Cultura |
_MG_7707, upload feito originalmente por Felipe Obrer.
A oficina é gratuita. Os participantes receberão certificado.
Saiba mais sobre a Traço Cia. de Teatro no blog: http://tracoteatro.blogspot.com/. Pelo que se lê ali, a companhia já participou de muitos encontros e faz a palhaçada de forma competente.
Data: terça-feira 9 de fevereiro de 2010
Local: Teatro SESC Prainha. (Travessa Syriaco Atherino, 100 – Centro)
Horário: das 9h às 13h e das 14h30 às 18h30.
Reproduzido a partir de mensagem informativa do MVM:
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Dias 9, 10, 11 e 12 de fevereiro de 2010 às 18h30 Sala Multiuso do Museu Victor Meirelles O Projeto Agenda Cultural 2010 apresenta uma programação especial dedicada ao diretor francês Eric Rohmer (1920-2010), recentemente falecido em 11 de janeiro último. A exibição contemplará os Contes des quatre saisons (Contos das quatro estações), filmados por Rohmer ao longo da década de 1990. O evento é uma parceria do Museu Victor Meirelles, da Aliança Francesa e da Cinemateca da Embaixada da França. Todos os filmes possuem legendas em português. Na abertura do ciclo, na terça-feira, dia 9, após a exibição de “Conto de Primavera” haverá um debate com o cineclubista Gilberto Gerlach. Logo após a sessão de quinta-feira, será exibido o documentário La Fabrique du Conte d´été, dirigido por Jean-André Fieschi em 2005. Trata-se de um documentário sobre o filme Conto de Verão, de Rohmer. Programação 09 de fevereiro - Conto de Primavera (Conte de Printemps, 1990) 10 de fevereiro – Conto de Inverno (Conte d´hiver, 1992) 11 de fevereiro – Conto de Verão (Conte d´été, 1996), seguido de La Fabrique du Conte d´été (direção: Jean André Fieschi, 2005). 12 de fevereiro – Conto de Outono (Conte d´automne, 1998) Sobre Eric Rohmer “Em 1952, Eric Rohmer inicia sua carreira com a realização de Les petites filles modèles que ele não chega a finalizar em virtude de uma produção deficiente. Em 1959, ele efetua um novo ensaio com Le signe du lion com produção de Claude Chabrol. O filme é um fracasso, não se beneficiando do entusiasmo que suscitavam então os filmes da Nouvelle Vague. Será apenas em 1969 que Rohmer chamaria a atenção da crítica com Ma nuit chez Maud, com Jean-Louis Trintignant e Françoise Fabian nos papéis principais. Os temas favoritos de Rohmer aparecem claramente definidos: o sentimento amoroso, a investigação sobre o universo feminino, os reencontros. O cineasta se lança num projeto ambicioso: sob o título de Contes moraux, ele reúne diversos filmes tal qual: La boulangère de Monceau (1962), La collectionneuse (1966) e L’amour l’après-midi (1972). Eric Rohmer gostava de trabalhar em todas as partes de seus filmes: ele escrevia os roteiros perpassados por narrativas com elementos autobiográficos. Fiel na escolha de seus colaboradores, ele convocou diversas vezes o diretor de fotografia Nestor Almendros, figura emblemática da fotografia da Nouvelle Vague. O estilo de Rohmer é bem característico: a ação se desenrola lentamente, os diálogos são simples, os atores não parecem estar sendo dirigidos, como se eles improvisassem serenamente. Cada plano é composto como um quadro, evocando Gauguin e os impressionistas. Ao longo dos anos 1980, Rohmer roda seus novos filmes, Pauline à la plage (1982) ou Les nuits de la pleine lune são saudados pela crítica. No início dos anos 1990, ele empreende um novo ciclo de contos, cada um evocando uma estação, sendo o último, Conte d’automne, lançado em 1998. Mudando completamente o tom em 2000 com L’anglaise et le duc, afresco histórico com o fundo da Revolução Francesa onde uma jovem inglesa fiel ao Rei se eleva por seus ideais. Em 2003, Rohmer realiza Triple agent, história de um casal russo refugiado em Paris após a revolução bolchevique. Último filme, Les amours d’Astrée et Céladon (2007), revisita o mito pastoral de Honoré de Urfé, num quadro onde reinam as crenças e tradições.” (Texto extraído de Ciné-Ressource, catálogo das bibliotecas e arquivos de cinema franceses, do website da Cinémathèque Française). Filmografia completa http://cinema.encyclopedie.personnalites.bifi.fr/index.php?pk=12915 Mais informações: Museu Victor Meirelles |
O Instituto Meyer Filho convida para a exposição de Marta Martins: Todas essas flores.
No Memorial Meyer Filho, abertura no dia 8 de fevereiro às 18h!
Praça XV de Novembro, esquina com a Rua Tiradentes.
Antes do esplendor, a garatuja. Todas essas Flores não tem a ver com quantidade nem variedade, mas com camadas de representação: ato de refazer a semelhança de uma flor com ela mesma. Carece de definir a vaidade, quieta a finitude da vida. Quem sabe, um barroco revisitado de olhos para San Juan de la Cruz? Antes incensos à deriva institucional, envoltórios de espera modelados com lenço umedecido e fios de aço, caixas seladas com cera ou chumbo. Silêncio. Agora um amontoado de pétalas escondidas por formas encrespadas. Embrenhar flores e clarear a solidão parece e ser a condição de uma artista que imensa na arte uma insuportável leveza: Pesadas e inodoras são todas essas flores.
As condições de um pássaro solitário são cinco:
Primeiro, que ele voe ao ponto mais alto;
Segundo, que não anseie por companhia,
nem de sua própria espécie;
Terceiro, que dirija seu bico para o céu;
Quarto, que não tenha uma cor definida;
Quinto, que tenha um canto muito suave.
San Juan de la Cruz (Ditos de amor e luz)
Agradeço à Kamilla Nunes, que enviou as informações por e-mail e é autora do texto.